Há dois anos Hospital de Olhos implantava um dos principais avanços recentes da Oftalmologia

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Há dois anos o Hospital de Olhos do Paraná introduzia em sua rotina o tomógrafo Galilei, tecnologia considerada como um dos principais avanços da Oftalmologia no diagnóstico e na avaliação pré e pós-operatória de várias doenças graves da visão. Para relembrar a importante conquista, eventos de atualização científica voltados ao corpo clínico foram promovidos pelo centro médico, reunindo alguns dos mais importantes especialistas e técnicos que utilizam o equipamento em seu dia a dia.

O tomógrafo Galilei oferece imagens 3D das principais estruturas da visão, além de contar com um sofisticado sistema de escala de cores programado para mostrar desvios microscópicos que já sinalizem para um problema ocular. Pode ser empregado nos exames de adaptação de lentes de contato, ajudando na tomada de decisão do médico sobre qual lente é melhor para cada paciente. Detecta com precisão as chamadas "aberrações" ópticas que podem estar presentes em erros refrativos como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Realiza cálculos apurados para o implante de aneis e lentes intraoculares e para o tratamento do ceratocone por meio do crosslinking de colágeno.
Os benefícios da tecnologia são mais relevantes ainda ao paciente. Não existe necessidade de preparo; não existe contato com o olho; nenhuma espécie de desconforto, já que ele não é invasivo. O tempo total de duração é extremamente curto.
O Dr. Marcos Tojar (Escola Paulista de Medicina), convidado especial dos eventos do Hospital de Olhos do Paraná, define a tecnologia como uma das que mais propiciou avanços na oftalmologia recente. "Ela atende necessidades básicas e, ao mesmo tempo, as sofisticadas e específicas empregadas na cirurgia de catarata ou refrativa, bem como para o tratamento das doenças da córnea, do glaucoma e dos males do segmento anterior.
​O​ Dr. Andreo Parra, membro do Hospital e também palestrante do evento, diz que a tecnologia ajuda na tomada de decisão do médico sobre qual lente é melhor para cada perfil de paciente e, por fim, propicia maior segurança ao potencial candidato à cirurgia refrativa. E o Dr. Hamilton Moreira, diretor clínico do Hospital, admite estar "extremamente feliz, por implantarmos tecnologias avançadas em nossa rotina, ao mesmo passo em que elas são introduzidas em outros centros do mundo". ​