Em entrevista, Dra. Ana Cláudia comenta queda no número de transplantes

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Entre 2010 e 2014, a quantidade de transplantes de córnea realizados no Paraná apresentou uma ligeira queda, voltando ao patamar de 800 cirurgias anuais, depois de um pico de mais de mil operações. Não há uma única causa para essa diminuição. É fato que novos tratamentos e cirurgias alternativas, menos invasivas, contribuem. Por outro lado, a diminuição do número de doadores acaba fazendo com que as pessoas que precisam do transplante esperem algum tempo na fila.


A oftalmologista Ana Cláudia Mariushi, coordenadora do Banco de Olhos do Hospital de Olhos do Paraná e entrevistada pelo jornal Gazeta do Povo para falar sobre o assunto, lembra que novos casos continuam a aparecer. “A média de tempo de espera é de quatro meses, mas já chegou a ser de três anos”, lembra Ana Cláudia.

Para ela, o grande problema enfrentado no setor é a falta de doadores. Ela cita como exemplo a situação do banco de córneas do próprio Hospital de Olhos. Desde outubro de 2014, são 20 doações mensais em média. O maior resultado em um mês foi de 100 doações.

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